Energia Solar para Condomínios reduza o rateio da conta de energia das áreas comuns.
Sistema fotovoltaico dimensionado pro consumo de elevadores, iluminação, bombas e portão eletrônico — com projeto técnico pronto pra apresentar em assembleia.

O que consome energia nas áreas comuns
- Elevadores · funcionamento contínuo, um dos maiores consumos da área comum.
- Iluminação de corredores, garagem e áreas externas · consumo constante, dia e noite em algumas áreas.
- Bombas d'água · recalque e piscina, quando houver.
- Portão eletrônico e cancela · acionamento frequente ao longo do dia.
- Salão de festas e áreas de lazer · consumo variável, mas real ao longo do mês.
Como conduzimos o projeto num condomínio
- 1. Análise das contas de energia da área comum · levantamento do consumo real, separado das unidades individuais.
- 2. Avaliação técnica no local · verificação de espaço disponível (cobertura de garagem, telhado de área comum) e sombreamento.
- 3. Dimensionamento e projeto técnico · documentação assinada por engenheiro responsável, com ART registrada, pronta pra apresentação em assembleia.
- 4. Instalação · execução com o mesmo padrão técnico dos demais projetos, considerando o acesso e as rotinas do condomínio.
- 5. Homologação junto à concessionária · ativação do sistema em nome do condomínio.

Planejamento durante a reforma
Quando o projeto solar entra ainda na fase de obra — antes do reboco e do acabamento — dá pra planejar a passagem de eletrodutos e a localização do quadro elétrico sem quebra-quebra depois, com o cabeamento embutido na parede.
É uma conversa direta com o cliente ou com o pedreiro responsável, na própria obra: onde vai o quadro de string, por onde passa o cabeamento CC até o inversor, e onde fica o ponto de conexão. Decidido isso na reforma, a instalação final fica mais limpa e mais rápida.
Sistema do condomínio, não das unidades
É importante separar as duas coisas: o sistema pras áreas comuns reduz a taxa condominial ao diminuir o consumo rateado entre todos. Já um morador que quer energia solar pra sua própria unidade contrata um projeto residencial separado — e nesse caso, normalmente ainda precisa da aprovação da administração pra usar espaço da fachada ou cobertura, algo que também ajudamos a viabilizar com o projeto técnico correto.

Conferência de equipamentos na entrega
Na entrega dos equipamentos, conferimos nota fiscal, número de série e quantidade de cada item antes de dar entrada no estoque pra instalação — painéis, inversor (ou microinversores), estrutura de fixação e cabeamento, item por item.
Essa conferência evita que um erro de separação vire um problema no dia da instalação, quando a equipe já está no telhado e precisa de todos os componentes corretos em mãos.
Perguntas sobre energia solar em condomínios.
O sistema atende as unidades ou só as áreas comuns?
O projeto pra condomínio é dimensionado pro consumo das áreas comuns — elevadores, iluminação de corredores e garagem, portão eletrônico, bombas d'água, salão de festas. É um sistema separado do consumo individual de cada unidade, que continua na conta de cada morador.
Precisa de autorização para instalar energia solar em condomínio?
A instalação em si é permitida e regulamentada pela Resolução Normativa nº 1.059/2023 da ANEEL, que trata da microgeração e minigeração distribuída — a parte regulatória já está resolvida. O que o condomínio ainda precisa é da aprovação interna em assembleia, já que o investimento é rateado entre os condôminos.
Quem precisa aprovar a instalação no condomínio?
A decisão passa pela administração e normalmente exige aprovação em assembleia, já que o investimento é rateado entre os condôminos. Fornecemos o projeto técnico assinado por engenheiro responsável, com ART registrada, pra apresentação nessa etapa.
Como funciona o retorno do investimento pro condomínio?
A economia aparece na redução da conta de energia das áreas comuns, que hoje é rateada integralmente entre as unidades na taxa condominial. O tempo de retorno depende do consumo atual das áreas comuns e do tamanho do sistema — calculado a partir das contas de energia do condomínio.
O que a Lei 14.300 muda para quem instala energia solar em condomínio?
A Lei 14.300/2022 é o marco legal da geração distribuída no Brasil e criou uma cobrança progressiva sobre a energia que o sistema injeta na rede (o Fio B), que chegou a 60% em 2026 e sobe até 100% em 2029. Isso muda a conta de retorno do investimento em relação a alguns anos atrás — e é esse cálculo atualizado que entra no projeto técnico que preparamos, considerando o consumo real das áreas comuns.
Onde o sistema é instalado num condomínio?
Depende da estrutura disponível: cobertura de garagem, telhado de área comum ou, em alguns casos, área de lazer. A avaliação técnica no local define a melhor opção considerando espaço, orientação solar e sombreamento.
Trabalhamos também com
Conheça Felipe, fundador e CEO da LipSolar

Felipe, fundador e CEO da LipSolar Solutions, tem formação técnica elétrica e se especializou em energia fotovoltaica a partir de 2016, incluindo um ano e meio de atuação dentro de uma das maiores instituições nacionais de energia solar do país. Fundou a LipSolar em 2020 e hoje carrega o selo "Integrador de Elite" do programa Tropa de Elite de Energia.
A LipSolar é sediada em Osasco e atende Osasco, São Paulo e região com projeto técnico personalizado — priorizando microinversores por segurança e eficiência — e nota 5,0 ★ em 68 avaliações reais no Google.
Conheça a história completa da LipSolar →Quer levar essa proposta pra próxima assembleia?
Fale com a LipSolar e receba um projeto técnico completo pra apresentar aos condôminos.
